sábado, 31 de março de 2012

Ela morreu

Morreu. Morreu? Morreu como? Não sei bem, mataram-na suponho. Quem? Ninguém se atreveria. Mas atreveu, porque ela está morta. Que calamidade. Como é que isso aconteceu? Foi o tempo. O tempo? O tempo pois. Passou por ela, enrugou-a e matou-a. A idade não faria tal coisa. Faria pois. Oh, o que perdemos com a idade. A ela, matou-lhe a imaginação.

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